4. Transporte de contexto: headers como contrato
Nos artigos anteriores, o modelo foi construído a partir de uma premissa simples:
autenticação não garante segurança.
A identidade resolve quem está fazendo a requisição, mas não responde em que condições ela está sendo executada. Para isso, são introduzidos sinais.
Dispositivo, aplicação, sessão e comportamento passam a compor o contexto necessário para avaliar cada operação. A confiança deixa de ser herdada e passa a ser construída a partir de evidências.
No entanto, existe um ponto crítico entre coleta e decisão: como esse contexto chega ao backend?