6. Dispositivo como continuidade de contexto (registro e validação ativa)
Nos artigos anteriores, o modelo foi estruturado a partir de um princípio central: cada requisição deve ser avaliada com base em evidências observáveis no momento em que ocorre. O cliente coleta sinais, o transporte garante consistência e o backend interpreta esse contexto para tomar decisões. Esse fluxo elimina a dependência de confiança herdada e permite que o sistema reaja às condições reais de cada interação.
No entanto, essa abordagem introduz uma consequência direta. Ao tratar cada requisição como uma unidade independente de decisão, o sistema passa a operar de forma estritamente orientada a eventos, onde cada chamada é avaliada isoladamente, sem vínculo explícito com interações anteriores.
Esse modelo é consistente do ponto de vista conceitual, mas possui um limite operacional claro.