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3. Zero Trust no cliente: sinais, contexto e decisão

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Zero Trust redefine a forma como sistemas tomam decisões de segurança.

No entanto, ao trazer esse modelo para o contexto de aplicações mobile, surge uma questão prática inevitável:

como tomar decisões baseadas em evidência a partir de um ambiente que não pode ser confiado?

O cliente mobile ocupa uma posição paradoxal nesse modelo, pois é, ao mesmo tempo, a principal fonte de sinais sobre o contexto da requisição e o ponto menos confiável de todo o sistema.

Grande parte das evidências necessárias para qualificar uma interação, como estado da aplicação, características do dispositivo e condições de execução, nasce no próprio cliente, enquanto esse

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2. Zero Trust além do discurso

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Zero Trust é frequentemente apresentado como um conjunto de tecnologias ou práticas de segurança, mas essa leitura é incompleta.

Na prática, isso leva a uma compreensão superficial do modelo, onde a adoção de determinadas ferramentas ou mecanismos é confundida com a implementação de segurança efetiva.

Zero Trust não é uma ferramenta, nem uma arquitetura específica. É um modelo de decisão baseado em evidência (NIST SP 800-207).

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